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(88) 3511 - 6006          Rua do Horto, S/N, Colina do Horto, Casarão do Padre Cícero

 

 

É com imensa tristeza que lamentamos a partida de Luiza Maria dos Santos, mais conhecida como Dona Luiza, em decorrência de uma pneumonia adquirida após realizar uma cirurgia no fêmur. Dona Luiza virou um sinônimo de alegria e dedicação. Chegou a Juazeiro do Norte em 1936, com apenas 12 anos de idade, dois anos após o falecimento do Padre Cícero. Nascida em uma família de devotos, aprendeu de criança a crença no Santo de Juazeiro.

A Paraibana, natural de Campina Grande, cresceu em Juazeiro, onde em vida, ajudou a dar continuidade à devoção ao Padre Cícero ajudando os historiadores e estudiosos que desejavam conhecer a sua história. Desde sua chegada, dedicou sua vida ao acolhimento de romeiros e conservação do casarão. Aos 96 anos, ela deixa um legado de caridade e devoção ao Padre Cícero e a Mãe das Dores.

Despedida

Às 10h do dia 19 de junho, o corpo de Dona Luiza deixou o Centro de Velório do Anjo da Guarda e seguiu para casa se despedir da sua inspiração em vida, o Padre Cícero. Após as voltas no entorno da estátua o cortejo seguiu para o Cemitério do Socorro, onde agora está descansando junto ao Pai e outros companheiros(as) de caminhada que já partiram.

Por conta da Pandemia causada pelo Covid-19, o protocolo de sepultamento recomenda a não realização de velório para evitar contato físico entre amigos e familiares. Por esse motivo, realizamos uma transmissão ao vivo pelo Facebook durante o cortejo e sepultamento para que todos(as) aqueles(as) que a conheceram em vida pudessem se despedir de forma segura.

Depoimentos
Dona Luiza era uma mulher simples e de alegria contagiante. Duas coisas são certas, sua fé era incontestável e ela irá deixar muita saudade.
“A gratidão, com certeza, é uma virtude do céu.” – Padre Cícero

“Voltaste para a Casa do Pai, dona Luiza, e num dia muito especial nas Vésperas da Solenidade do Sagrado coração de Jesus de quem eras devota. A única coisa que tenho a dizer-te é muito OBRIGADO!
Obrigado por esse teu exemplo de fé, de ternura, de acolhida alegre (huruii) de simplicidade, humildade e sabedoria. Verdadeira e autêntica romeira do meu padim. Que nos passos da fé, saiu de Campina Grande – PB para Juazeiro a pé para aí se estabelecer.
Obrigado por ter sempre me tratado como um filho do coração: me chamavas sempre de meu filhão branco, te amo e te quero muito bem.
Obrigado por tantos conselhos e diálogos longos onde bebia de tua sabedoria.
Obrigado por ter me acompanhado e me incentivado desde do despertar a minha vocação… Enfim, obrigado por ter sido parte significativa da minha história.
Continue a rezar por nós, daí, da Casa do Pai, onde agora moras definitivamente e plenamente. Obrigado por tudo!”

Padre Máximo

“O que tenho a expressar sobre Dona Luiza é meu sincero agradecimento. Passei pouco tempo com ela que mesmo depois de debilitada pela idade, sempre sorria e recebia os colaboradores e os romeiros de forma acolhedora em sua residência. Pessoa humilde e bondosas que me acolhia todas as tarde para o almoço, onde depois podia descansar em seu lar. Enfim, só tenho a agradecer!”

Ana Paula S. da Silva (Colaboradora do Horto)

“Descanse em paz minha velhinha, sou grata pelo pouco tempo que tive ao seu lado e foi um prazer cuidar da senhora, sempre alegre com todos e humilde! Muito obrigada com a senhora eu aprendi que a fé no SAgrado Coração de Jesus é tudo. Muito obrigada minha Lu, que a casa do senhor seja o seu lar. Te adoro minha velhinha, sempre será lembrada em meu coração com muito carinho.”

Fabiana Souza (Colaboradora do Horto)

“Há quase 13 anos convivo com Luiza, passei quase 3 anos dormindo com ela era uma pessoa super alegre sua alegria era contagiante. Depois que ela ficou esquecida eu ficava muito triste quando eu chegava e ela perguntava ‘quem e essa moça bonita?’, eu falava, ‘é pretinha, minha Lu que cuida de você’ daí ela ficava rindo, ela também dizia que eu era a sua mãe e ela era minha filha mais velha eu gostava muito de passar o dia com ela e isaura. Ela é como a minha mãe que perdi muito cedo”

Lúcia Barbosa (Colaboradora do Horto)

 

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