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Breve relatório cronológico da vida do Padre Cícero

Breve relatório cronológico da vida do Padre Cícero


24/03/1844 – Nascimento de Cícero Romão Batista, em Crato. Filho de Joaquim Romão Batista e Joaquina Vicência Romana.

30/11/1870 – Ordenação Sacerdotal na antiga catedral de Fortaleza por D. Luís Antônio dos Santos, 1º Bispo do Ceará.

24/12/1871 – Celebra pela primeira vez a missa em Juazeiro.

11/04/1872 – Fixa residência em Juazeiro com sua família.

26/09/1872 – É nomeado capelão da capela Nossa Senhora das Dores, em Juazeiro.

28/08/1884 – D. Joaquim Vieira, 2º Bispo de Fortaleza, benze a nova Igreja de Nossa Senhora das Dores e sagra o altar-mor.

22/04/1886 – Instalação Solene do Sacrário permanente da Igreja de Nossa Senhora das Dores.

21/12/1887 – Nomeação do Pe. Cícero como Vigário da Paróquia de São Pedro de Caririaçu, continuando, entretanto a residir em Juazeiro.

01/03/1889 – Pela primeira vez ocorre em Juazeiro a transformação da Hóstia Consagrada em sangue, na comunhão de Maria de Araújo.

17/07/1891 – Pe. Cícero é chamado a Fortaleza e se apresenta ao Bispo para responder sob juramento ao questionário referente aos fatos de Juazeiro.

21/07/1891 – O Bispo Diocesano nomeia a primeira comissão para averiguar os fatos ocorridos em Juazeiro, tendo como membros os padres Glicério e Francisco Antero.

28/11/1891 – Entrega do relatório, pelo Padre Glicério, a D. Joaquim, declarando que os fatos de Juazeiro não têm explicação natural, mas era um milagre eucarístico.

04/04/1892 – Pe. Alexandrino, Vigário do Crato, recebe de D. Joaquim a ordem de proceder a um segundo inquérito sobre os fatos de Juazeiro.

22/04/1892 – Término do segundo inquérito com as conclusões de que os fatos de Juazeiro não são sobrenaturais.

05/08/1892 – Pe. Cícero é suspenso de ordem, guardando apenas a faculdade de celebrar fora de Juazeiro.

06/08/1892 – D. Joaquim dispensa Pe. Cícero da administração da paróquia de São Pedro, Caririaçu.

10/11/1893 – D. Joaquim proíbe todos os sacerdotes de Diocese de celebrar, confessar ou pregar na Igreja de Juazeiro, com exceção do Vigário do Crato e dos padres por ele indicado.

23/01/1894 – Essa proibição foi estendida ao Vigário do Crato, Pe. Quintino.

04/03/1894 – Pe. Cícero presta obediência às decisões do Santo Oficio em Fortaleza.

14/04/1896 – O Bispo de Fortaleza proíbe Pe. Cícero de celebrar em toda a Diocese.

21/06/1897 – O Vigário do Crato, Pe. Alexandrino, entrega ao Pe. Cícero a portaria de ex-comunhão, válida, se num prazo de dez dias ele não se retirasse de Juazeiro.

13/01/1898 – Pe. Cícero viaja para Roma, via Recife.

12/11/1898 – Chegada do Pe. Cícero a Fortaleza para prestar contas de sua viagem a Roma a render obediência ao Bispo D. Joaquim.

15/11/1898 – D. Joaquim concede a Pe. Cícero a licença de celebrar Missa na diocese, menos em Juazeiro e nas circunvizinhanças.

07/09/1910 – O povo de Juazeiro declara-se independente do Crato, negando pagamento de impostos aquela cidade.

22/07/1911 – Criação do Município de Juazeiro do Norte.

04/10/1911 – Pe. Cícero assume o cargo de primeiro prefeito de Juazeiro do Norte.

20/01/1912 – Pe. Cícero é eleito 3º Vice-Presidente do Ceará.

11/02/1913 – O Presidente Franco Rabelo demite Pe. Cícero do cargo de prefeito de Juazeiro.

04/12/1913 – O Prefeito João Bezerra de Menezes, nomeado por Franco Rabelo, é deposto pelas forças revolucionarias comandadas por Dr. Floro Bartolomeu.

14/01/1913 – Pe. Cícero convoca o povo para cercar Juazeiro de trincheiras e muralhas em defesa de vila, que as forças rebelistas queriam arrancar.

21/01/1914 – Segundo ataque das forças rebelistas contra Juazeiro, com a vitória de Juazeiro. As forças de Dr. Floro Bartolomeu, ajudadas pelo governo federal, chegam ate Fortaleza e derrubam o governo de Franco Rabelo, volta ao poder Acioli.

22/07/1914 – Pe. Cícero é eleito 1º Vice-Presidente do Estado.

30/12/1916 – O primeiro Bispo do Crato, D.Quintino, concede ao Pe. Cícero a ordem de celebrar novamente em Juazeiro.

03/07/1926 – Pe. Cícero é novamente suspenso da ordem.

16/04/1926 – Pe. Cícero é eleito Deputado Federal depois do falecimento de Dr. Floro Bartolomeu, mas não assume o cargo.

20/07/1934 – Pe. Cícero morre às 6h30m da manhã depois de receber os santos sacramentos.



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